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O PATO QUE NÃO QUERIA AMAR

O PATO QUE NÃO QUERIA AMAR
Sônia Ferreira

ERA UMA VEZ...

Um pato conheceu uma pata. Ambos ficaram até amigos... Mas com o passar dos dias, nasceu simpatia. Foram se descobrindo do que faziam e do que gostavam.
Mas, o que os separou foi a fraqueza de não suportar a pata no seu território de pato sabedor de todas as coisas que navegava para encontrar respostas.
A pata pensando que ganhara p’ra sempre um amigo para fazer par com ela nas margens do rio solidão, foi desprezada. Ela pensava : Que pato chato! Prepotente! Não quero encontrar, não gosto dele...
O Pato presunçoso não pensaria nunca mais vê-la. Ao contrário da Pata, sempre humilde, voava por todos os lugares verdes e rios lindos, até conhecera outros amigos patos e patas, mas o sentido não se afastava do presunçoso Pato.
- Diacho que é isso? Ela se perguntou!
Um dia, de tanto tentar encontrá-lo, deixando penas aqui e acolá, foi correspondida com um grasnar quá escrito numa folha qualquer.
Ela grasnou de alegria... com o passar dos dias os vôos foram ruins, começaram se bater... Então ela lembrou que aquele Pato tinha um caninho das patas com problemas e não confiava em nada, só no riozinho dele, no ninho dele, desconfiado pensando que não era amado e ela pensou: Só quando ele compreender que pato nenhum tem a sabedoria para curá-lo e quando começar a respirar o ar, sentir o vento e crer que poderá voar, voar, saberá que o ossinho está curado.
O grasnar dele foi... Até um dia!
- Mas, quando?

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AMOR de MÃE-

Amor de Mãe
(Sônia Ferreira)

O amor de Mãe é,
Comparado ao amor de Deus,
Mãe sofre ao dar a luz...
Sofre antes ao gerar,
Sofre dores por não ter,
Um filhinho para abraçar.
Essas são mães adotivas,
Que adotam para amar,
Independente de tudo.
Mãe,
É simplesmente mãe...
Para amar

 

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REJEIÇÃO

 

 

 

Às vezes queremos gostar de alguém, mas, somos rejeitados/rejeitadas. Será o porquê? Sim. Muitos, porque se rejeitam a si mesmos... ou porque se acham doentes no seu interior. A psicologia nos afirma que, a rejeição é simplesmente uma rejeição a nossa presença. 

 

 

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10 ANOS DA COMUNIDADEELA-BRASIL

Hoje faz 10 anos que criei a ComunidadeELA-Brasil.

Dia de alegria e de tristeza.

Alegria por ter conhecido tantas pessoas.

Tristeza por ter perdido tantas pessoas.

Mas continuamos aqui e vamos em frente.

Muito temos a fazer ainda e conto sempre com

a participação de todos vocês.

Um forte abraço.

Com carinho,

Vania de Castro

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CFP e CRPs estão buscando informações mais precisas para melhor orientar a categoria sobre a Portaria Nº 639/2020 do Ministério da Saúde.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) informa que desde o início da pandemia do novo coronavírus vem direcionando todos os esforços para auxiliar a categoria, as autoridades competentes e a população no sentido de oferecer orientações e recursos necessários para o enfrentamento dessa crise.

A respeito da Portaria Nº 639/2020 do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (2) e que dispõe sobre a Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, o CFP reforça que foi informado da edição da normativa que convoca profissionais de saúde – entre eles, da Psicologia – a participarem de capacitação para o enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Para ingressar o curso de capacitação, é necessário se cadastrar em uma plataforma disponibilizada pelo Ministério da Saúde. O cadastro é requisito para obter acesso à formação. Ao preencher o formulário, a(o) psicóloga(o) informa se está disponível ou não para eventualmente ser chamada(o) a trabalhar. A disponibilização ao trabalho não é obrigatória.

Por fim, o CFP informa que, juntamente com todos os Conselhos Regionais de Psicologia, está atento aos acontecimentos para uma atuação conjunta que melhor oriente a categoria. Estamos em constante diálogo e reunião de todo o Sistema Conselhos para atualizarmos as(os) profissionais sobre demais questões e tomarmos as medidas cabíveis para garantia do interesse público, respeitando a autonomia e a ética profissional na Psicologia brasileira. No momento, ainda estamos buscando elucidar questões que não estão explícitas na Portaria, e reafirmamos que todo o Sistema Conselhos está trabalhando para levar informações mais precisas à categoria. Em breve divulgaremos novas orientações.

Fonte: https://site.cfp.org.br/

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Nossa geração nunca passou por uma crise como a que estamos vivendo. Isso já torna-se um grande desafio para todas as pessoas.

Muitas vão perder seus empregos, os pequenos comércios serão afetados, pessoas vão morrer... Milhares de questionamentos povoam nossa mente e o que predomina é a incerteza.

Logo, a ansiedade é o primeiro sintoma a considerar-se diante dessa pandemia.

Então, como adaptar-se ao isolamento social e cuidar da sua saúde mental?

Toda esta situação tem o poder de afetar os níveis de ansiedade, pois fatores desconhecidos e incertos fazem com que todos se sintam inseguros, principalmente em casos como esse, de escala mundial.

O que nós podemos fazer é buscar amenizar os sintomas de ansiedade e tentar viver de uma maneira saudável, refletindo sobre os aprendizados que podemos ter com toda essa triste realidade.

1- Mantenha uma rotina Isso ajudará a manter seu pensamento ocupado com coisas produtivas. Se você está trabalhando em casa, mantenha o horário que você já está acostumado. O fato de não ter o deslocamento até o trabalho, pode te ajudar a ter uma rotina mais tranquila e saudável no café da manhã. 

Se você está em casa e não pode trabalhar, a rotina também é algo muito importante para manter sua mente saudável.

2- Procure fazer coisas que você gosta sempre lembrando que algumas precisam ser adaptadas nesse momento de isolamento. Mas quem disse que você não pode reinventar outras formas de viver e de descobrir novas habilidades?

3- Use a tecnologia para aproximar-se e ajudar pessoas Ao mesmo tempo que ela serve para nos conectar com as pessoas que nos são queridas, ela também serve para exercitar a empatia e o apoio a quem  precisa. Você pode inclusive oferecer ajuda naquilo que você faz ou sabe, e que  outras pessoas podem estar precisando. 

4- Se estiver em crise procure um psicólogo Um profissional especializado pode ser essencial para ajudar-lhe a lidar com a ansiedade, o medo e pânico excessivos.

Algo importante e que precisa ser ressaltado, é que independente do que você escolhe pensar, não vai mudar a situação do isolamento e tampouco resolver a situação econômica do nosso País.

Precisamos ter discernimento nesse momento e o melhor a fazer é cuidar-se e cuidar do outro. A solidariedade, empatia e consciência coletiva, serão os maiores antídotos para mudar esse cenário. Afinal, estamos vivendo uma situação em que não há espaço para o egoísmo. Todos nós estamos no mesmo barco e estamos todos assustados. O que muda aqui são as nossas escolhas.

E você pode escolher evitar o contágio não saindo de casa, obedecendo o isolamento, tão necessário para superarmos tudo o que está acontecendo.

Se todos nós fizermos nossa parte, pensando nos outros, além de em nós mesmos, será muito mais fácil lidar com esse momento de crise.

 

Beijos e abraços virtuais são sempre bem-vindos.

 

Daniela Caramori Morgan – Psicóloga – CRP 06/102734

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547             

Sergio Rosa – Psicólogo – CRP 06/15726

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

 

 

Saiba mais…

O ser humano vive momentos de descobertas internas e externas, geradas pela vivência da pandemia provocada pelo Coronavírus.

O avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) impulsiona-nos a ter ciência dos acontecimentos oriundos de lugares distantes do aconchego da poltrona da nossa casa, mas temos a capacidade de desligar o aparelho e nada saber. No entanto, a crise que vivemos agora produz dentro de nós o desejo de saber a última estatística dos casos confirmados, suspeitos ou o número de mortos no nosso e em outros países em tempo real.

Esta necessidade de informação pode acarretar a explosão das nossas emoções. E o choro é uma das formas de expressão das emoções e dos sentimentos.

O choro é a primeira forma de comunicação do ser humano. Ao nascer é por meio do choro que o bebê se comunica para informar à mãe ou ao responsável que ele necessita de algo. E, assim mantemos esta forma de manifestação das cargas emocionais durante a vida.

Investigar-se é uma forma de cuidar-se. Esteja atento aos seus sentimentos, pensamentos e desejos.

Em situações de crise como a que vivemos, a vontade de chorar pode surgir espontaneamente por qualquer motivo ou até sem um motivo aparente.

Caso isto ocorra com você: chore! Não segure o choro. Chore.

O desejo de chorar pode ser tão forte e você não consegue contê-lo. Por isso, feche os olhos, fique com você por um instante, observe-se e responda:

  1. Como estou me sentindo diante de todas as informações que recebo?
  2. Penso em outra coisa, a não ser nas últimas notícias sobre a pandemia?

O choro pode ser consequência do medo provocado pela excessiva exposição aos noticiários de TV, revistas, jornais ou qualquer tipo de mídia social (Whatsapp,  Facebook, Youtube, Instagram, entre outras).

Portanto, é hora de enfrentar e barrar a enxurrada de mensagens que você recebe a todo instanteE só você sabe a quantidade de conhecimento sobre o assunto que você suporta receber. Ninguém mais sabe.

Então, procure dosar as informações. Não é necessário pedir para as pessoas diminuírem as mensagens que lhe enviam. Você vai dizer a si mesmo o tempo e a quantidade de notícias que você consegue receber para manter-se informado, porém sem entorpecer-se e perder a autonomia.

Se estiver sozinho em casa, telefone para uma pessoa próxima. Caso esteja com familiares converse sobre o que está sentindo, mas não isole-se. Peça ajuda se precisar!

Lembre-se: estamos isolados fisicamente uns dos outros, mas podemos reinventar meios de manter-nos juntos com o outro.

 

Beijos e abraços virtuais são sempre bem-vindos.

 

Daniela Caramori Morgan – Psicóloga – CRP 06/102734

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547             

Sergio Rosa – Psicólogo – CRP 06/15726

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

 

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  1. Mantenha-se paciente, tolerante e ajude a criança a descobrir atividades para ocupar-se. Use e abuse das suas memórias de infância. Você lembra-se de alguma brincadeira da sua época de criança? Então, aproveite as suas memórias infantis e aplique-as. Leve sempre em consideração a idade da criança, observando se ela está madura ou não para a atividade. A brincadeira pode aplicar-se a uma e não a outra, devido a maturidade emocional que se diferencia, de acordo com o processo de desenvolvimento de cada criança. Lembre-se que a criança precisa ocupar-se e o seu papel além de brincar com ela é orientá-la para que o lúdico aconteça de um jeito saudável para todos.
  2. Sente-se no chão, na cama ou na cadeira e posicione-se de maneira confortável e fique na mesma altura da criança.
  3. Deixe em lugares visíveis lápis de cor, papeis, cartolina, sacos de papel, caixas de sapato, cereais, ou seja, materiais que são seguros para a criança distrair-se sempre com a participação, supervisão ou orientação de um adulto.
  4. Use e abuse dos livros. Leia para a criança, dramatize a história, estimule-a a participar da encenação.
  5. Use a sua voz para criar brincadeiras cantantes. Por exemplo: peça à criança para entoar o nome dela, uma palavra ou uma frase em vários tons diferentes e todos repetem. Depois é a vez do adulto e todos repetem. Se na casa há várias pessoas, a brincadeira poderá  estender-se e tornar-se muito engraçada.

 

    Beijos e abraços virtuais são sempre bem-vindos.

 

Daniela Caramori Morgan – Psicóloga – CRP 06/102734

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547             

Sergio Rosa – Psicólogo – CRP 06/15726

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

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 É inevitável o sentimento de ansiedade. Entretanto, podemos aprender a lidar melhor com esse sentimento. Veja a seguir um exercício simples que pode ajudar a lidar com os sentimentos difíceis. 

 

  1. Perceba: - Perceba onde o sentimento doloroso está localizado – garganta? peito? abdômen? outro local? em vários lugares? Agora foque sua atenção na parte do corpo onde o sentimento é mais intenso e intencionalmente observe a sensação, como se você fosse um cientista curioso que nunca havia encontrado um sentimento como esse antes.
  2. Reconheça: - Use algumas palavras para reconhecer o sentimento. Talvez diga para si mesmo “Eu estou notando um sentimento de ansiedade/medo/incertezas / etc.”. Tente fazer isso sem julgamentos. Note qualquer ímpeto de julgar, criticar, lutar ou livrar-se do sentimento; procure deixar esse ímpeto ir e vir, e permita que o sentimento seja como é. Pare um momento para reconhecer que mensagem pode ser essa. Tente colocar a palma da sua mão, com amor e gentileza, sobre a área dolorosa: na maioria das vezes, isso é reconfortante.
  3. Dê espaço: - Por alguns segundos, mude a sua atenção para a sua respiração. Inspire profundamente e devagar, duas ou três vezes, mexendo sua barriga, não o seu peito. Então, enquanto você faz a próxima inspiração, dirija a respiração para dentro e por volta daquele sentimento intenso que você vem observando. Você pode interpretar esse processo da maneira que desejar – apenas tente imaginar que, de alguma forma, você está respirando para dentro e ao redor da sensação. Então, em vez de reprimir, esmagar ou comprimir o sentimento, você faz exatamente o oposto e abre-se, dando muito espaço para o sentimento. Você não precisa gostar do sentimento, você simplesmente permite que o sentimento esteja lá e abre espaço para ele.
  4. Expanda a consciência: - Agora você pode permitir que sua consciência se expanda gradualmente, de modo que você não repare apenas no sentimento, mas perceba gradualmente o resto do seu corpo e tudo o que você pode ouvir, ver, sentir, tocar e cheirar. Alongue-se gentilmente, solte seu corpo, e torne-se consciente daquilo que está a sua volta. Perceba que você pode estar ciente do sentimento doloroso e, ainda assim, estar também ciente do resto de sua experiência. Agora você pode decidir que atitude tomar, baseado em seus valores pessoais e não controlado por suas emoções! 

 

      Beijos e abraços virtuais são sempre bem-vindos.

 

Daniela Caramori Morgan – Psicóloga – CRP 06/102734

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547             

Sergio Rosa – Psicólogo – CRP 06/15726

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 O que fazer com os que estão nas linhas de frente dos equipamentos de saúde, da área social e de segurança? O que fazer com aqueles que estão isolados na rua, na falta de moradia e na fome? Se a desproteção deles não atinge ou não preocupa as pessoas, podemos dizer que o vírus está expondo outro problema, a falta de empatia. A mesma empatia que nos leva a correr às farmácias e estocar álcool em gel e máscaras ou mesmo itens em supermercados, não compreendendo que em toda calamidade precisamos que o cuidado seja a ferramenta mais importante, mesmo que o cuidado precise ser a distância. 

As crises humanas podem levar desde o fortalecimento de nossa existência ao nosso esfalecimento. A humanidade vive um destino comunitário. Embora este destino afete a cada um de modo diferente, ser humano é uma categoria que nos une. Como uma comunidade de destino. Sobornost.

 Sobornost O conceito/palavra foi cunhado pelos eslavófilos Ivan Kireesvsky e Aleksey Khomayakov para reforçarem a necessidade de cooperação entre as pessoas, visando combater o individualismo e levando em conta que os grupos em oposição focam em suas relações, apesar das diferenças, aquilo que possuem em comum. 

Hoje nossa cooperação vem de um isolamento que precisa que alguns profissionais não se isolem. Não só profissionais. As mães vão se isolar de seus filhos? 

Complicado, não é? Os familiares que cuidam de um ente querido estão nas trincheiras do enfrentamento desta situação. Porque sempre precisa-se de alguém que cuide, que se exponha. 

O que temos agora é que a humanidade precisa compreender que faz parte de uma grande comunidade e a compreensão disso é o enfrentamento da responsabilidade de cuidar de todos, seja cuidar arriscando-se ou isolando-se. Mas o objetivo é a continuidade do que nos faz humanos: o cuidado.

 

Beijos e abraços virtuais são sempre bem-vindos.

 

Daniela Caramori Morgan – Psicóloga – CRP 06/102734

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547             

Sergio Rosa – Psicólogo – CRP 06/15726

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

 

 

 

 

 

Saiba mais…

Divulgaremos ao longo da semana orientações e reflexões para a família ocupar-se e viver da forma mais saudável possível, os dias de isolamento social provocado pela disseminação do Coronavírus (covid-19). Assim os membros das famílias poderão exercitar a alma, a calma, a empatia, a paciência, a solidariedade, a resiliência e a gentileza, dentro de casa e enfrentar a quarentena com amor e humor.

 

O Coronavírus ataca corpos humanos.

Os humanos defendem-se como podem.

Este vírus escancara as desigualdades biopsicossociais. Assim mesmo todos juntos e desiguais.

Tudo fica mais dramático porque, não se encontrou uma solução defensiva e planetária eficaz de ataque ao Coronavírus. Pelo contrário, esta pandemia exige defesas sociais e sanitárias que nos remete às pestes e isto abre a memória histórica e fantasmática das PESTES.

Mas houve evolução, a última pandemia ocorreu há 102 anos, a febre espanhola, que mobilizou todo o imaginário anterior e decerto modo pelos avanços higienistas e científicos, precaríssimos, consolidou as mesmas bases de defesa biopsicossociais contra a PESTE. Hoje sabemos disto como inconsciente coletivo e ou na mesma inflexão de conhecimento como metáfora. 

Peste, febre, epidemia e pandemia estão em nossa memória de povos, hoje sob forma de combate sanitário.

Junto com o combate sanitário fica escancarada a desigualdade social, ou seja, o Coronavírus atinge grande parte da civilização, nos dias de hoje. Agora, em questão de horas e de tempo, desprevenidos, embora mais ou menos cientes.

Será que estaremos fadados a uma espera da certeza por certezas atuais (as vacinas e outros medicamentos) ou a incerteza que nos acompanha há séculos salta do inconsciente e junta-se às nossas conhecidas origens das desigualdades sociais?

No momento que escrevemos isto temos em mente a maioria da população que vive em estado de pobreza, que mal dormiu, alimentou-se e se arriscou-se em meios de transporte apinhados, expondo-se a tal desumanidade por poucos que podem se isolar.

 

Beijos e abraços virtuais são sempre bem-vindos.

 

Daniela Caramori Morgan – Psicóloga – CRP 06/102734

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547             

Sergio Rosa – Psicólogo – CRP 06/15726

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

 

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SAÚDE EMOCIONAL EM TEMPOS DE CRISE

Você sabe que o contágio pelo coronavírus já é realidade no Brasil, portanto mantenha-se alerta sobre as medidas preventivas e faça uso delas. 


Prevenção, serenidade e informação são palavras-chave para enfrentar momentos graves provocados pela incidência do coronavírus.

Evite aumentar a ansiedade checando novas informações a todo segundo. Previna-se, porém não se contamine com o excesso de informações. Procure informações confiáveis, sempre com profissionais de saúde e cuidado com fórmulas mágicas, use o bom senso e confie na equipe de saúde.

Aceite a ansiedade que brota em você – não tente fugir dela. Escreva, fale a respeito com familiares ou amigos próximos, e aceite-a. Assim a ansiedade poderá diminuir e você poderá garantir o controle sobre ela.

Fique alerta para sensações que muito pouco irão ajudar, como a angústia e o desespero. Se aparecerem, respire e reflita até que você possa entender que é fruto do medo natural ao desconhecido.

O coronavírus altera nossa rotina, traz dúvidas e preocupações e nos afasta dos entes queridos. Apesar de impactante o isolamento é uma estratégia necessária para a proteção e para evitar que o vírus se propague. Mas isto não significa solidão, significa cuidado com o outro e consigo.

Use e abuse do celular e do telefone, conecte-se com o mundo e com quem você ama.

Revigore o seu sistema imunológico: - alimente-se, hidrate-se e descanse.

Revigore o seu bem-estar psicológico: - cuide de si e cuide do outro.
- ocupe o seu dia com atividades saudáveis. - brinque, leia, assista filmes, ouça músicas, descubra novas formas de interação com a sua família e com as crianças. - experimente a generosidade e seja gentil com quem está com você. - transmita mensagens de amor, humor e alegria.

Revigore a fé, a espiritualidade e a esperança que existem dentro de você.

Reflita sobre a fragilidade humana mas também sobre a força da humanidade, já que várias crises foram vencidas em nossa breve história no mundo.

Venceremos mais esta.

Precisamos uns dos outros para assegurar a vida, por isso, se cada um fizer a sua parte sairemos renovados e transformados desta experiência com o que é difícil de controlar.

Beijos e abraços virtuais são bem-vindos.

Vania de Castro – Psicóloga – CRP 06/15110

Marcelo Salgado – Psicólogo – CRP 06/81547


#ProCuraDaELA #Coronavírus #Psicologia 

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COMUNIDADE AMIGA....... FELIZ ANO NOVO 2020!!!

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FELIZ ANO NOVO QUERIDOS AMIGOS DA COMUNIDADE! 

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Que este Final de Ano vos envolva a todos
numa maravilhosa nuvem doce de Amor e Harmonia,
onde os trunfos sejam todos os
da Alegria e da Saúde, da Integridade e da Felicidade,
 
na Luz das bençãos que o Universo distribui
mesmo quando pensamos que se esqueceu de nós!
 
Que a Alegria, o Amor e a Confiança, junto com um Entusiasmo,
sempre vigore no mais profundo de nós!!
 
É importante que sejamos sempre abençoados por essa Luz interior!
 
Sejamos todos gratos pelo que somos e temos 
vossa Amiga
Chantal
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