Posts de Daniela Caramori Morgan (12)

Classificar por

Yoga em um grupo de pacientes com ELA

Viver com ALS, Parte XII: Yoga reconecta corpo desconectado de um paciente

por Cathy Wurzer , Minnesota Public Radio

Tradução automática


Nota do Editor: Este é o nosso 12 º relatório seguindo Universidade de St. Thomas professor de Bruce Kramer como ele lida com a vida depois de ter sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig.

Minneapolis - A antiga disciplina de yoga continua atraindo novos seguidores. Segundo algumas estimativas, 15 a 20 milhões de americanos agora praticar uma de suas muitas formas. Os devotos dizem que não só os trechos e poses liberar sua rigidez e stress, mas eles vêm longe mais calmo e centrado após uma sessão.

Yoga não é só para o Representado. Matthew Sanford foi ensinar o que é conhecido como yoga adaptativo para as pessoas com deficiência desde 2002 em seu estúdio Minnetonka, mente / corpo Solutions , e no Centro de Coragem em Minneapolis. Kramer, que agora usa uma cadeira de rodas motorizada, enquanto seu corpo se enfraquece com ALS, ou doença de Lou Gehrig, é um dos seus alunos. Nos últimos meses, ele diz que yoga deu-lhe uma maior sensação de liberdade.

 

Em uma pequena sala de conferências no Centro Coragem em Golden Valley, a sala foi cercado recentemente com pessoas que terminam o seu dia - a maioria em cadeiras de rodas. Alguns estão no chão, apoiado com almofadas e travesseiros. Todos, incluindo Kramer, têm os olhos fechados, ouvindo Sanford.

"Balanço a cabeça sobre o pescoço. Suavizar a pele do seu rosto. Feche os olhos de cima para baixo. Se você não tem, deixe de lado o seu dia. Prepare sua mente para fazer yoga", diz ele. "Nessas algumas respirações próximas, imagine alguém está empurrando na borda interna do seu ombro e você está expirando a partir das costelas de volta para a frente. Você está expirando pelo nariz, se você puder, por isso há uma liberação."

Como a maioria de seus alunos, Sanford está em uma cadeira de rodas. Na idade de 13, ele estava em um acidente de carro horrível que matou seu pai e sua irmã e deixou paralisado do peito para baixo.

Embora o acidente mudou sua vida, Sanford diz outra coisa fez também. Um par de meses depois do acidente, ele disse aos médicos que ele podia sentir seu corpo. Os médicos lhe disseram que as sensações não eram reais e desapareceria como a memória do acidente desapareceu também, mas isso não aconteceu.

"Eu não tinha esse nível de sensação. Era como um formigueiro ou um zumbido, como forma de saber onde você está no espaço e que foi uma sensação real. Eles me convenceu como um 13-year-old que não era real e isso é porque nós não sabemos o suficiente sobre a relação corpo / mente naquele momento ", disse ele. "Um trabalhador de corpo primeiro disse: 'Ei! Você se sente mais do que você pensa e que iniciou o processo e eu achei yoga 12 anos após o acidente."

Décadas mais tarde, usando yoga e meditação, Sanford ensina sobre a conexão fisiológica, emocional e espiritual complexa entre o corpo ea mente, onde o cérebro pode influenciar positiva ou negativamente os nossos corpos e as condições de nossos corpos físicos podem afetar nosso estado mental.

Ele diz que, apesar de muitos de seus alunos não pode levantar um membro, isso não significa que eles não têm sensações.

"Há um nível de sensibilidade na relação corpo / mente que antecede esta lesão, que precede a deficiência. Energia ainda está fluindo através de sua coluna. Consciência ainda está viajando, não necessariamente com a mesma facilidade através de seu corpo, mas ainda há uma parte de você que procede. Então, eu estou tentando levá-los a se reconectar com o que é a essência da sensação, ou não pode mover seu corpo ".

Kramer foi assistir a aulas de ioga adaptativos com Sanford por alguns meses. Nesta noite, como Kramer se senta em sua cadeira de rodas, seu filho, Jon Emerson-Kramer está ajudando seu pai torcer o corpo para a esquerda e depois para a direita.

"Lá vai você de Bruce", diz Sanford. "Right-se no peito. Suavizar um pouco. Não trabalhar tão duro. Confie mais. Good! Em seguida, solte".

"Não é tanto sobre as poses," Sanford explica. "Há tanta coisa que ele pode fazer. Trata-se de ferver as idéias centrais que estão no centro de yoga que permitem mais complicado poses., Por exemplo, consciência viaja através dos ossos. Há maneiras de obter certos ajustes que se a energia se movendo para baixo através de suas pernas, mesmo se você está paralisado. "

Para alguns, adaptável a ioga pode levar os membros mais fortes, o que torna mais fácil de entrar e sair, da cama ou no chuveiro.

"O que você vê com uma pessoa com outro tipo de deficiência é que ele pode melhorar suas transferências, pode melhorar a qualidade de sua respiração, sua capacidade de falar mais alto, como um monte de coisas, pode ser muito dinâmico", diz Sanford . "É tudo no caos controlado. Há uma bela humanidade que ocorre entre os alunos, entre os assistentes e os alunos, entre alunos e professores."

Durante a aula, Kramer e outros alunos, com a ajuda de assistentes, sair de suas cadeiras de rodas e para baixo em esteiras e almofadas.

"O que estamos tentando mostrar Bruce é como fixar seus quadris. Quando os quadris estão presos, deixá-lo sentir a energia sai através de seus membros, pois a base da coluna vertebral é a sua referência."

Pairando acima de Bruce, que está no chão, é um assistente, que tem suas mãos em cada ombro, pressionando para baixo, e os pés dobrados sob seus quadris, puxando para cima.

"Então, o que você sente?" ela pergunta a ele.

"Eu me sinto ar. Ele levanta do esterno. Posso sentir o espaço acima da minha cabeça, o espaço debaixo dos meus braços. Sinto o espaço entre meus quadris e minhas axilas. É uma sensação incrível."

Sanford se lembra de como emocional que foi a primeira vez que ele foi retirado de uma cadeira de rodas e colocou no chão para uma sessão de fisioterapia.Quando o terapeuta colocou suas pernas largas, ele começou a chorar, porque ele não tinha as pernas em uma posição assim por muito tempo. Para Kramer, aula de yoga de Sanford ofereceu experiências semelhantes.

"A primeira vez que me puseram sobre o tapete eu comecei a chorar. Foi tão maravilhoso. Foi a primeira vez que eu tinha estado fora da cadeira e no chão", diz ele. "Para ficar na posição horizontal - e eu sei o apartamento deitado provavelmente vai desaparecer em algum momento -.. Há uma sensação de referência e um sentido de eu quase posso fingir que eu preencher um espaço vertical é uma atividade muito libertador eu acho que é apenas uma reconexão e eu acho isso irônico que eu estou reconectando como tudo está se tornando desconectado. "

No chão, de joelhos por seu pai, Jon Emerson-Kramer, assiste à aula de ioga adaptativo com Kramer. A esposa de Jon normalmente se junta a eles também. É criado um tipo especial de proximidade entre eles e Jon diz que mudanças em seu pai notou.

"Acho que as aulas são excelentes. Ao fazê-lo para baixo e de costas, ele parece cerca de três centímetros mais alto depois e depois de se sentar em uma cadeira durante todo o dia eu só posso imaginar o quão bom que se sente", Emerson-Kramer diz.

Sanford concorda. Ao descrever a sua abordagem de ensino de adaptação yoga, Sanford diz que os alunos são ensinados a perceber sensações sutis, além do uso de músculos, sensações afetados pela consciência da respiração, do equilíbrio, a consciência de que está sendo aterrada. Esse nível de consciência faz sentir-se como se estivesse vivendo em todo o seu corpo.

Kramer chama yoga adaptável a "reconciliação" que lhe permitiu viver em paz e de forma mais completa no momento, consciente de sua respiração eo corpo como ele é, e não como era.

"Muito do que Bruce foi dito a este ponto é que ele deve empurrar contra o ALS. Há alguma de que isso ajuda, também, mas ele precisa ir para debaixo dela, em mais sutileza, e descobrir o que a liberdade realmente é. Porque uma das coisas - e isso me deixa emocionado - você não pode sentir o quão livre é Bruce Nesta outro nível "? Sanford diz. "É por isso que você está entrevistando-lo, porque sua sabedoria está se tornando evidente. Há um aumento na liberdade e vivendo em Bruce, enquanto ele está saindo. Bruce é muito, muito acordado, e um homem muito sábio, e ele está vivendo bem como ele está morrendo ".

 

Site original

http://minnesota.publicradio.org/display/web/2013/04/23/health/living-with-als-yoga-reconnects-disconnected-body#.UYboLqkw618.facebook

Saiba mais…

Mais de 12 mil figuras, um programa de voz e um repertório ilimitado de frases e situações do dia a dia conectaram a pequena Clara com as pessoas e com a vida. É como se ela falasse através do tablet.

A tecnologia também pode ajudar pacientes com dificuldades de comunicação. Ainda mais quando o amor motiva novas descobertas. Aconteceu noRecifePernambuco.

Um amor sem limites: Carlos é pai de Clara, de 4 anos, que tem paralisia cerebral. Analista de sistemas, ele usou o conhecimento e a persistência para transformar a tecnologia em uma aliada da menina.

Ele criou um programa de computador para tablets e celulares que permite a comunicação com a filha: o Liberdade em Voz Alta.

“A necessidade que a gente tem de conversar, que eu tinha de conversar com a minha filha é muito grande. Algumas pessoas que têm pacientes ou familiares que não falam às vezes se acostumam, pelo fato deles não falarem, mas eu acho que a gente não pode se acostumar”, diz Carlos Pereira.

Mais de 12 mil figuras, um programa de voz e um repertório ilimitado de frases e situações do dia a dia conectaram a pequena Clara com as pessoas e com a vida. É como se ela falasse através do tablet.

A comunicação está ao alcance de um toque na tela. O programa permite muito mais: a criança pode dizer se está com dor, como foi o dia na escola, e o que deseja comer.

“A gente quer ir mais além, produzir talvez em escolas, para ter uma inclusão dessas pessoas dentro da sociedade”, conta a mãe de Clara, Aline Pereira.

Thaís não fala, e ganhou mais autonomia. Ela consegue expressar tudo que deseja.

“Acho que a comunicação traz muita independência para ela. Dentro de casa ela faz os gestos e a gente compreende”, conta a mãe de Thaís.

A família Pereira decidiu que vai compartilhar o sistema de graça pela internet com todos os pacientes que precisam desse tipo de ajuda. Para mais informações, acesse o site do aplicativo.

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/07/pai-cria-programa-para-se-comunicar-com-filha-que-tem-paralisia-cerebral.html

Saiba mais…

Portal Mobilize Brasil

Mobilize-se

Este é um espaço interativo para que cidadãos, ONGs, empresas e governos possam expor idéias, projetos e ações.
Compartilhe aqui o que favorece e o que prejudica a mobilidade na sua cidade e dê suas sugestões.

Idealizador

Ricky Ribeiro

  • Graduado em Administração Pública pela FGV-EAESP. Mestrado em Sustentabilidade pela Universidade Politécnica da Catalunha (UPC, Espanha). MBA Executivo pela Universidade de Barcelona (UB, Espanha)
  • Experiência em consultorias multinacionais (Ernst & Young e ICTS Global), trabalhando com sustentabilidade, prevenção de perdas e gestão estratégica.
  • Sócio-Fundador da Associação Abaporu.

Em 2008, aos 28 anos de idade, foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença neurológica degenerativa que causa atrofia muscular global enquanto a mente permanece intacta. Atualmente está em uma cadeira de rodas, com comprometimento da movimentação e da fala, mas segue trabalhando ativamente com auxílio da tecnologia e das pessoas que o cercam.

Link: http://www.mobilize.org.br/

Saiba mais…


CUIDAR DA VIDA
– Vocações que inspiram e transformam –


com Ute Craemer, Clara Charf e Nina Rosa

A experiência é a matéria prima neste encontro público de três pioneiras que, há décadas, influenciam milhares de pessoas, comunidades e instituições. Cada uma delas cultivou uma trajetória que oferece fundamentação teórica multidisciplinar e prática inclusiva voltada para todos, isto é, que não requer estruturas físicas ou legais para viabilizar o engajamento, nem certificações formais para contribuir com o talento e a singularidade que caracteriza a cada um.
 

Suas ações revelam a dignidade das causas que promovem, sem deixar de assinalar e questionar o individualismo, a indiferença, a acomodação e a resignação, que perpetuam modelos de ser e estar no mundo geradores de sofrimento, exclusão e injustiças. Como demonstram as suas obras, a indignação, para ter capacidade mobilizadora, tem de avançar propositivamente e sugerir vias de reparação — esta dinâmica de amadurecimento social renova a autoconfiança pessoal e coletiva no exemplo vivo das palestrantes deste 96º Fórum Temático.


Ute Craemer, professora Waldorf, vem para o Brasil em 1965 com o propósito de servir como educadora voluntária em Londrina, Paraná. Anos mais tarde, já em São Paulo, assume uma vaga para lecionar na Escola Waldorf Rudolf Steiner e, paralelamente, começa a cuidar de crianças pedintes que se abrigavam na sua casa – nasce assim, em 1979, a Associação Comunitária Monte Azul ao lado da favela de mesmo nome, que lhe deu reconhecimento mundial. Em 2001 fundou junto a outras pessoas o capítulo brasileiro da Aliança pela Infância. É autora de vários livros, entre os quais: Favela Kinder; Favela Monte Azul; Crianças entre Luz e Sombras; Girassol – conto de Natal. www.monteazul.org.br e www.aliancapelainfancia.org.br 

Clara Charf desde 1946, quando teve seu registro de trabalho de comissária de bordo cassado, dedica-se a muitas lutas, tendo passado boa parte da vida na clandestinidade, outra parte como exilada, participando de protestos contra a bomba atômica, contra o envio de soldados brasileiros para a Guerra da Coréia, entre outros. Integra a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos e também atua no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, vinculado à Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência da República. Em 2008 funda em São Paulo a Associação Mulheres pela Paz e, em março de 2012, ganha a Medalha Ruth Cardoso outorgada pelo Governo de São Paulo.Também cria o Espaço Cultural Carlos Marighella, para preservar a memória de seu companheiro de vida. www.mulherespaz.org.br


Nina Rosa Jacob ativista pela defesa dos direitos dos animais desde 1994. Em 2000 fundou oInstituto Nina Rosa – projetos por amor à vida, uma organização independente que trabalha pela valorização da vida animal por meio da educação de valores. Defende a educação e a coragem de fazer o bem como principais ferramentas para a formação de uma sociedade mais justa e pacífica. Além do desenvolvimento de materiais educativos, entre os quais se destaca um vídeo chamado Fulaninho, o cão que ninguém queria, visto por mais de 400 mil crianças do ensino fundamental, o Instituto Nina Rosa ministra cursos de capacitação em educação em valores para educadores. www.institutoninarosa.org.br 


ENTRADA FRANCA

8 de maio de 2012 • terça-feira • 19 horas 
Auditório do MASP • Museu de Arte de São Paulo
Avenida Paulista, 1578 – São Paulo / SP - Estação Trianon-MASP do metrô
Não é necessário fazer inscrição antecipada
Realização: Comitê da Cultura de Paz 
www.palasathena.org.br - www.comitepaz.org.brwww.comitedaculturadepaz.blogspot.com

Fonte:http://www.palasathena.org.br/evento_detalhe.php?evento_id=35

Saiba mais…

Quem cuida do cuidador?

Por Leonardo Boff

29/04/2012

As primeiras e mais ancestrais cuidadoras são nossas mães e avós que desde o início da humanidade cuidaram de sua prole. Caso contrário, não estaríamos  aqui escrevendo  sobre o cuidado. E lembremos as mães-crecheiras com todo o seu zelo.

Neste contexto queremos mencionar duas figuras, verdadeiros arquétipos do cuidado: o médico suiço Albert Schweitzer (1875-1965) e a enfermeira inglesa Forence Nightingale (1820-1910).

Albert Schweitzer era exímio exegeta bíblico e um dos maiores concertistas de Bach de seu tempo.  Aos trinta anos já com fama em toda a Europa, largou tudo, estudou medicina para, no espírito das benaventuranças de Jesus, cuidar dos mais pobres dos pobres (os hansenianos) em Lambarene no Gabão. Numa de suas cartas  confessa explicitamente: ”o que precisamos não é de missionários que queiram converter os africanos, mas de pessoas dispostas a fazer aos pobres o que deve ser feito, se é que o Sermão da Montanha e as palavras de Jesus possuem algum valor. Minha vida não está nem na arte nem na ciência mas em ser um simples ser humano que no espírito de Jesus faz algo por insignificante que seja”. Foi dos primeiros a ganhar o Prêmio Nobel da Paz.

Por cerca de quarenta anos viveu e trabalhou num hospital por ele construido com o dinheiro de tournés de concertos de Bach. Nas poucas horas vagas, teve tempo para escrever vasta obra centrada na ética do cuidado e do respeito pela vida. Formulou assim seu lema: “a ética é a responsabilidade ilimitada por tudo o que existe e vive”. Numa outra obra  assevera:”a idéia chave do bem consiste em conservar a vida, desenvolvê-la e elevá-la ao mais alto valor; o mal consiste em destruir a vida, prejudicá-la e impedir que se desenvolva plenamente; este é o princípio necessário, universal e absoluto da ética”.

Outro arquétipo do cuidado foi a enfermeira inglesa Florence Nightingale. Humanista e profundamente religiosa, decidiu melhorar os padrões da enfermagem em seu país.

Em 1854 com outras 39 companheiras Florence se deslocou para  campo de guerra na Criméia da Turquia, onde se empregavam bombas de fragmentação que produziam muitos feridos. Aplicando no hospital militar,  a prática do rigoroso cuidado, em seis meses reduziu de 42% para 2% o número de mortos. Esse sucesso granjeou-lhe notoriedade universal.

De volta a seu pais e depois nos EUA, criou uma rede hospitalar que aplicava o cuidado como eixo  norteador da enfermagem e como sua ética natural. Florence Nightingale continua  a ser  uma referência inspiradora.

O operador da saúde é por essência um curador. Cuida dos outros como missão e como opção de vida. Mas quem cuida do cuidador, título de um belo livro do médico Dr. Eugênio Paes Campos (Vozes 2005)?

Partimos do fato de que o ser humano é, por sua natureza e essência, um ser de cuidado. Sente a predisposição de cuidar e a necessidade de ser ele também cuidado. Cuidar e ser cuidado são existenciais (estruturas permanentes) e indissociáveis.
É notório que o cuidar é muito exigente e pode levar o cuidador ao estresse. Especialmente se o cuidado constitui, como deve ser, não um ato esporádico mas uma atitude permanente e consciente. Somos limitados, sujeitos ao cansaço e à vivência de pequenos fracasos e decepções. Sentimo-nos sós. Precisamos ser cuidados, caso contrário, nossa vontade de cuidar se enfraquece. Que fazer então?

Logicamente, cada pessoa precisa enfrentar com sentido de resiliência (saber dar a volta por cima) esta situação dolorosa. Mas esse esforço não substitui o desejo de ser cuidado. É então que a comunidade  do cuidado, os demais operadores de saúde, médicos e o corpo de enfermagem devem entrar em ação.

O enfermeiro ou a enfermeira, o médico e a médica sentem necessidade de serem também cuidados. Precisam se sentir acolhidos e revitalizados, exatamente, como as mães fazem com seus filhos e filhas. Outras vezes sentem necessidade do cuidado como suporte, sustentação e proteção, coisa que o pai proporciona a seus filhos e filhas.

Cria-se então o que o renomado  pediatra  R. Winnicott chamava de “holding”, quer dizer, aquele conjunto de cuidados e fatores de animação que reforçam  o estímulo para continuarem no cuidado para com pacientes.

Quando este espírito de cuidado reina, surgem relações horizontais de confiança e de mútua cooperação, se superam os constrangimentos,  nascidos da necessidade de ser cuidado..

Feliz é o hospital  e mais felizes  são ainda aqueles pacientes que podem contar com um grupo de cuidadores. Já não haverá “prescrevedores” de receitas e aplicadores de fórmulas mas “cuidadores” de vidas enfermas que buscam saúde.

A boa energia que se irradia do cuidado corrobora na cura.

http://leonardoboff.wordpress.com/2012/04/29/quem-cuida-do-cuidador/

Saiba mais…

O evento será ministrado por Vilma Martins, do Centro Internacional de Pesquisa e Ensino do Hospital A.C. Camargo.

O Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP recebe a palestra A proteína príon como possível alvo nas doenças neurodegenerativas e no câncer ministrada por Vilma Martins, do Centro Internacional de Pesquisa e Ensino do Hospital A.C. Camargo, que ocorrerá no dia 25 de abril, às 12h30.

O evento é aberto ao público e acontece na sala 417, do edifício ICB I. O endereço é Av. Prof. Lineu Prestes, 2415, Cidade Universitária, São Paulo

Datadata 25/04/2012
Horadata 12:30 - 14:00
Tipo de Eventodata Palestra
E-maildata
Telefonedata (11) 3091-7250
Investimentodata Evento Gratuito
Inscriçãodata Sem Inscrição Prévia
Endereçodata
Av. Prof. Lineu Prestes, 2415, São Paulo- SP
Saiba mais…

http://youtu.be/_gb5poTdUMg

O rapaz no vídeo acima parece estar andando em um Segway. Mas Yusuf Adturkoglu sofreu paralisia depois de cair de um cavalo há cinco anos, e ele agora se move usando um dispositivo incrível criado por cientistas turcos. Ele pode transformar vidas.

Ele se chama Dispositivo de Mobilização Robótica Tek (Tek RMD na sigla em inglês), e não só permite às pessoas que não podem andar um movimento mais independente do que qualquer outro dispositivo, como também os ajuda a ficar em pé sem ajuda dos outros, algo crucial para manter funções básicas de saúde em pessoas com problemas na medula.

Ficar em pé é essencial

Em vez de entrar pela frente como em uma cadeira de rodas normal, quem usa o Tek RMD entra pela parte de trás do dispositivo. Assim eles não precisam se sustentar sozinhos na cadeira, com um movimento que pode ser perigoso – a cadeira pode se mover – e que é difícil de fazer sozinho. Ao prender uma faixa grossa e acolchoada no quadril, Yusuf consegue entrar sozinho e sem esforço no Tek RMD. O dispositivo usa um sistema de suspensão que equilibra seu peso, então você pode ficar em pé apenas se puxando para cima.

Ficar em pé por uma hora ou mais todo dia é importante para quem perdeu o movimento das pernas: sem o efeito de sustentar o peso com as pernas, quem sofre de paralisia pode desenvolver problemas cardiovasculares, ossos frágeis, escaras – sem mencionar a importância psicológica de contato olho-no-olho com outras pessoas.

Independência

No vídeo, Yusuf chama o dispositivo até sua cama usando um controle remoto, sai da cama, vai fazer compras, se guia em uma livraria, e até usa o banheiro de formas que felizmente nem precisamos ver. Mas estas habilidades que muitos de nós tomamos como dadas são essenciais para o bem-estar emocional de quem tem paralisia. Conseguir se agachar e voltar a ficar em pé é algo chave. E enquanto fica em pé, as mãos de Yusef ficaram livres para carregar as compras e fazer o que mais ele precisar.

Dimensões menores

Os fabricantes do Tek RMD diz que este é o dispositivo mais compacto da categoria, o que permite a Yusuf navegar por corredores lotados de mercados, livrarias, e quem sabe até o festival de música Coachella, talvez? Tudo sem esbarrar nas pessoas e coisas ao redor. Os usuários ainda precisam de rampas em vez de escadas, mas o dispositivo elimina a necessidade de cabines de banheiro especiais e outros locais feitos para comportar uma volumosa cadeira de rodas.

O Tek RMD tem cinco tamanhos e ainda está em testes clínicos. Espero que chegue ao mercado em breve. [Tek RMD e Reuters]

Saiba mais…

46 museus virtuais para você visitar de graça

16/02/2012

O Brasil conta com mais de 3.000 museus e você já visitou pelo menos 5% deles? Pensando nisso alguns museus digitalizaram seus acervos para espelhar a cultura e informação pela internet. Confira os 46 museus virtuais que você pode visitar:



(Crédito: Tupungato / Shutterstock.com)

(Crédito: Tupungato / Shutterstock.com)

É sempre um bom passeio turístico, informa, diverte, educa

 

Visite os museus virtuais. Eles representam a História e se comunicam com o internauta por meio de acervos, informações e arte. Infelizmente com a correria do cotidiano ficamos impossibilitados de visitar todos os museus disponíveis.

 

» Veja as habilidades do pintor Leonardo Da Vinci em um passeio virtual exclusivo 
» Cidade chinesa terá museu sustentável 
» Os museus de arte mais populares do mundo

 

Digitalizar e disponibilizar itens de acervo pode ser apenas uma das etapas que um planomuseológico prevê para disseminar a informação e cultivar a memória, portanto, se você não puder visitar pessoalmente navegue por eles e divirta-se. É sempre um bom passeio turístico, informa, diverte, educa. Confira a seguir os 46 museus virtuais disponíveis na rede:

 

» American Museum of Natural History

» My studios

» Museu Virtual Gentileza

» RTP Museu Virtual

» Museu Virtual de Brasília

» Museu Virtual de Ouro Preto

» Museu Virtual UnB

» Museu Virtual do Transporte

» Igreja do Santo Sepulcro

» Capela Cistina

» Van Gogh Museum

» Museu do Louvre

» British Museum

» Museu Virtual Memória da Propaganda

» Museu da Pessoa

» Museu Virtual do Futebol

» Museu Encantado da Barvbie

» Museu Virtual do Iraque

» Museu Virtual de Parelha

» Museu Virtual Aristides Sousa Mendes

» Art-Bonobo

» Museu Mazzaropi

» Museu Virtual da Imprensa

» Museu Virtual de Informática

» Visitas Virtuais 3D

» Museu Virtual da Água

» Museu Virtual de Artes Plásticas

» Museu da Faculdade de Medicina UFRJ

» Museu Virtual do Cartoon

» Virtual Museum of Canada

» National Museum of US Air Force

» The virtual museum of Japanese Arts

» Museum with no frontiers

» Virtual Egyptian Museum

» Museu do Instituto Geográfico Português

» Museu Virtual da Coca-cola

» Museu da Bactéria

» Museu de Arte do Uruguai

» Museu Bizantino

» Museu Virtual FEB

» Museu da Contabilidade

» Museu Nacional de Arquiologia

» Fundación Gala-Salvador Dalí

» Museu Virtual do Sintetizador

» Museu da Infância

 

 


http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/02/16/912114/46-museus-virtuais-voce-visitar-graca.html

Saiba mais…
Postado: Fri, 16 Mar 2012 10:05:28 +0000

Caro leitor,
O texto a seguir foi escrito pelo amigo José Deoclécio de Oliveira. Deoclécio é pai de uma jovem comparalisia cerebral.

Pensando bem, não me parece tão difícil ser um parlamentar e representar os cidadãos eleitores: basta ter a intenção de se candidatar, escolher um partido, é claro que os partidos mais fortes eu não conseguiria, porque todas as vagas já são destinadas a uma cúpula e também às velhas raposas conhecidas, que se alternam como candidatos e são sempre os mesmos durante muitos anos e até que a morte os separe…  Então me resta buscar um partido chamado de aluguel, aí sim eu sou aceito, e então é só partir para as eleições.

Sendo eleito, ganho um gabinete todo equipado e uma mobília de ponta, ganho uma moradia ou um vale aluguel para morar em Brasília e também posso continuar morando no meu Estado com todas as viagens de avião pagas. E também um carro com motorista, combustível à vontade e para ficar sempre elegante, eu ganho uma verba paletó e sem falar do meu salário como deputado e outras verbas de compensação. Trabalho três dias por semana, de terça a quinta e dois meses de férias ao ano…

Como Deputado, caso não tenha um bom conhecimento político, nas contratações obrigatórias de vários funcionários e assessores com conhecimentos técnicos e com uma verba polpuda de gabinete, escolho e nomeio alguns destes com conhecimentos políticos, e começo a legislar.

Com uma ideia na cabeça começo a desenvolver o conteúdo de um projeto de lei, e concluído busco assinaturas dos meus nobres colegas. Em seguida, envio para as comissões. Após aprovado e escolhido um relator, o projeto entra em discussão e havendo um quórum de aprovação, o projeto é colocado em plenário e aprovado. Logo após é entregue ao Presidente (a) e depois de sancionado é publicado no Diário da União e colocado em prática para os cidadãos. Não me parece tão difícil… É por isso que o Brasil é campeão na criação de leis, mas infelizmente nem todas funcionam. Exemplos: A lei do racismo, quando um cidadão é ofendido por outro cidadão, sendo está ofensa considerada crime inafiançável, no flagrante este crime é transformado em injúria, sem a intenção de ofender… Quando há uma colisão de automóvel provocando vítima, o culpado não é obrigado a criar provas contra ele e não faz o teste do bafômetro, que é lei.

A Constituição diz que o Governo tem que garantir  saúde e educação para todos e isto não é cumprido satisfatoriamente: uma família que cuida integralmente de um ente querido com deficiência ou de patologia crônica que não pode trabalhar, não recebe o benefício LOAS do INSS, caso a renda ultrapasse  1/4 de um salário mínimo por pessoa;  e nem mesmo é fornecida uma assistência de saúde digna a essa família.

Existem leis para o transporte público coletivo, onde são reservados assentos para pessoas idosas, mulheres grávidas, crianças de colo e pessoas com deficiência, no entanto não são fiscalizadas e quem ocupa normalmente são jovens ou pessoas que não precisam. O mesmo acontece também com as vagas demarcadas para motoristas com deficiência que não são respeitadas e não existem punições. Também existe uma lei em que as pessoas idosas com mais de 65 anos, pessoas com doenças crônicas e com deficiência não pagam passagens, entretanto essas leis são desrespeitadas pelos “chamados motoristas profissionais”. Também há uma lei a de cotas para pessoas com deficiência, mas somente uma minoria consegue trabalhar porque os empresários escolhem os mais qualificados e com deficiência moderada. A maioria das pessoas com deficiência ainda não têm acesso a cursos de capacitação e também tem uma parcela que não tem condições de trabalhar devido à gravidade da sua deficiência e são sustentados pelas famílias que oneram ainda mais seus orçamentos, além de não ter o apoio e respeito do INSS que deveria cumprir um direito constitucional. E diante de tudo isso há “vistas grossas” dos chamados parlamentares, nossos representantes, que não se empenham em cobrar estes direitos.

Nosso país é considerado um fabricante de leis, coloca no papel e pronto: resolveu todas as questões. As leis de cobranças de impostos e multas de trânsitos e outras, que beneficiam os órgãos públicos estas sim, são fiscalizadas e quem não pagar é punido… As outras leis que beneficiam os cidadãos no tocante ao respeito e outros fins é aprovada, sancionada e colocada para a população ingerir. Tudo isto é simples, é assim que nossos parlamentares agem. Eles pensam que vivemos em um país  em que existe um povo com uma educação de qualidade e este mesmo povo tem uma consciência plena dos deveres de obedecerem as leis e respeitarem os cidadãos. Acreditando nisso eles criam as leis, muitas não é preciso regulamentar e nem fiscalizar.

O Brasil só terá uma Democracia com justiça e disciplina, quando houver uma reforma política partidária acabando com este sistema falido, só assim eu acredito que teremos um povo que respeitará as leis, com melhores políticos, justiça social e investimento na educação para todos.

José Deoclécio de Oliveira
Facebook: http://www.facebook.com/deoclecio.oliveira

Fonte: http://www.deficienteciente.com.br/2012/03/congresso-nacional-do-brasil-fabricante-de-leis.html

Saiba mais…

 Postado: Fri, 16 Mar 2012 12:17:14 +0000

EXCELENTE INICIATIVA! ‘Calceteiros’ conheceram os problemas de locomoção dos deficientes físicos. Curso da prefeitura de Curitiba será aplicado em outros funcionários. Os pedreiros que fazem as calçadas de Curitiba estão aprendendo em um curso quais as dificuldades enfrentadas por deficientes físicos para cruzar os caminhos construídos por eles mesmos. O objetivo do curso é mostrar aos trabalhadores a importância de dar acessibilidade a todos. De acordo com a prefeitura, entre 200 e 300 pessoas – entre pedreiros, mestres de obra, fiscais e engenheiros – deverão passar por esse treinamento. A primeira etapa do curso é aplicada em uma sala de aula, onde os pedreiros têm lições sobre as características das pessoas com deficiência e as dificuldades de locomoção que elas possuem. “Quando eles vivenciam, eles percebem que uma pedrinha torta desequilibra a cadeira de rodas, encontra uma barreira na bengala do cego”, diz Denise Moraes, professora do curso. Em seguida, eles vão às ruas, para ver e sentir a realidade dos deficientes. Primeiro, eles dão um passeio com uma cadeira de rodas. Depois, é a vez de vendar os olhos e sentir as irregularidades do piso que atrapalham a vida dos deficientes visuais.

Imagem de um pedreiro se passando por cadeirante

Fonte:http://www.deficienteciente.com.br/2012/03/pedreiros-se-passam-por-cadeirantes-para-testar-as-calcadas-que-fizeram.html

Saiba mais…

Dia da Mullher

3560344685?profile=originalParabéns à todas mulheres da ComELA -Brasil.

Pela força, fé, luta e, acima de tudo,

pela coragem e determinação que as fazem cada dia mais fortes e guerreiras.

Por toda admiração e carinho,

O meu abraço fraterno.

Feliz Dia da Mulher.

Daniela Caramori Morgan

Saiba mais…

Então é Natal....

Que possamos permitir a presença do menino Jesus adentrar ao nosso lar. Que o verdadeiro espírito do Natal contamine nossa existência nos fazendo refletir sobre a importância do amor incondicional. Sejamos compreensivos e passivos da transformação que começa primeiramente em nós mesmos. Que 2012 possa ser a ponte que nos ligará a uma nova postura diante do mundo e da humanidade. Feliz Natal a todos da Comunidade.
Beijo de carinho,
Daniela Morgan
Saiba mais…